segunda-feira, 8 de abril de 2013
(Service Desk) Armazenar arquivos de instalação: boa ou má prática?
Todos aqueles que trabalham em uma empresa que possui uma área de service desk interno para atender a demanda dos colaboradores devem ter reparado que, sempre que é requisitada a instalação de um aplicativo, o pessoal do SD ou chega com um pen-drive ou acessa uma unidade de rede onde estão os arquivos de instalação.
Estive pensando sobre isso recentemente e cheguei a conclusão que isso tem dois efeitos colaterais bem desagradáveis: desperdício de espaço em disco e exposição a riscos de segurança.
Riscos de segurança, você disse? Isso mesmo. Todo e qualquer especialista repete incansávelmente o seguinte mantra: "Manterás a base de aplicativos de tua corporação o mais atualizada possível, evitando exploração de falhas conhecidas". Advinha o que acontece quando você armazena os arquivos de instalação?
Pois é, as mesmas versões serão sempre instaladas, mantendo todas as falhas de versões anteriores. Então agora nos perguntamos: como criar uma política que permita tão atualização? Ou pior: como manter uma base de aplicativos conhecidos (inclusive versões) para proporcionar uma melhor manutenção e inventário das máquinas?
Essa é uma resposta bastante complicada. Nos últimos anos algumas soluções especializadas em atualização de aplicativos tem aparecido, permitindo uma atualização consistente e um inventário conciso. Mas existe ainda um efeito mais sútil: muitas vezes a empresa depende de uma versão XYZ do aplicativo ABC pois ela já foi homologada para o uso e atualizar a versão do aplicativo exigiria uma nova homologação. Solucionar esse problema é bastante complicado e normalmente deve estar apoiada por uma governança de TI ágil, capaz de responder a mudanças rapidamente. Ou fazer o que todos fazem: simplesmente não expor máquinas com aplicativos vulneráveis na internet (SCADA, cof cof cof). Mas e se a rede interna é invadida e o atacante descobre esse aplicativo? Hmmmmm....
Até a próxima!!
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Q: Por que as metdologias agéis funcionam? A1: Times multidisciplinares
De uns tempos para cá, associando meus conhecimentos de segurança da informação, tenho me inclinado cada vez mais para a postura de monitorar do que para a postura restringir (mas isso é assunto para outro tópico).
Junte a burocracia (SLA para lá, aprovação pra cá, etc) com a necessidade de adaptação rápida e teremos um dos (não o único) maiores motivos pelos quais as metodologias agéis realmente funcionam: os times. Quando um time ágil é organizado para entregar uma solução, esse time será SEMPRE multidisciplinar. E essa característica independe da metodologia (XP, Scrum, RUP, Crystal, Evo, etc) pois todas elas pregam a multidisciplinaridade.
Pois bem, sendo essa uma característica de qualquer time ágil, isso ajuda a quebrar a burocracia perpetrada pela governança, pois o que está ao alcance do time é resolvido de bate-pronto. Sem essa de abrir chamados ou serviços para outras áreas que tenham SLAs mínimos, etc, etc, etc. NADA DISSO!!!! Quanto melhor for a composição do time, menos atrasos serão gerados por exigir outros recursos (que são sempre monitorados pela governança). Claro que algumas coisas devem passar por aprovação (aquisição de ferramentas, deploy, etc) mas até esse momento, o time já avançou tanto que o restante fica por conta da burocracia.
Então nesse momento chegamos num ponto interessante: quanto mais flexível for a governança, mais ágil serão os times. Os times não-agéis serão acelerados e os agéis então, pffff, nem se fala!
Portanto, se quiser entregar uma feature, projeto, sprint, etc rapidamente, procure compor um time que consiga agregar características de engenheiros, arquitetos, desenvolvedores, testers e operação. Falando assim até parece o dream-team. Nada disso! Se os elementos do time tiverem noções sobre esses temas, o conhecimento será amplificado e aplicado, gerando cada vez mais conhecimento, tornando o time cada vez mais forte e as entregas cada vez mais rápidas e precisas.
Essa (acredito eu) é uma das respostas de "Por que as metodologias agéis funcionam"
Até!
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
A arte de gerenciar
Após a promoção de um grande amigo meu à gerência de uma grande empresa paulistana, comecei a pensar nos últimos tempos a respeito da arte de gerenciar. Digo arte porque é uma tarefa que não é exata e depende muito do feeling e do jogo de cintura de quem se arrisca a exercer essa profissão. Além de que exige um alto grau de conhecimento humano.
E é essa característica artística da gerência que acaba ficando muito de fora quando falamos sobre metodologias de projeto, regras, workflows, hierarquias, etc.
Nesse exato momento devem estar pensando que sou um anarquista total que detesta regras. Bem, em partes (rsss). Acredito que regras são necessárias, mas até o ponto onde elas não tirem a capacidade das pessoas tomarem decisões aleatórias que estejam mais de acordo com a situação do que com as regras. Seria um meio termo entre as metodologias clássicas (PMI, CMMI, etc) e agéis (XP, Scrum, etc)
Começando do começo: o pior caso
Acredito que se tratando de gerência existem 2 grandes vilões: burocracia excessiva e pessoas "covardes".A burocracia peca pelo excesso. Existe tanto a necessidade de controle que entompe-se a rotina diária com formulários, procedimentos, memorandos, etc que acabam por prejudicar o rendimento dos funcionários e minar a extração de informações.
No que tange a execução da tarefa, quanto mais manual ela é, maior a chance de que ela seja esquecida (caso seja procedimento novo) ou que forme um verdadeiro muro de resistência à mudança (caso seja um procedimento existente e praticado há muitos anos). O manual tende a ser chato e tedioso. Na era dos computadores, há mesmo a necessidade de tarefas manuais?
O grande exemplo de burocracia excessiva é o poder público. Montanhas de formulários rosas, verdes, brancos e azuis e quase nenhum controle sobre dados e estatísticas. Vide a catástrofe no Rio de Janeiro onde o governo não tem como controlar e medir dados das Defesas Civis.
Agora se tratando de pessoas, quanto mais "covarde" é um gerente, mais engessado é o processo. Essa covardia não diz respeito ao lado pessoal: é a capacidade do gerente tomar uma decisão de acordo com o momento e mantê-la, mesmo que ela vá contra as regras implantadas, devido a situação ser fora do comum. Normalmente, gerentes com alto nível de expertise ou muito seguros de si tendem a tomar decisões baseadas em seu conhecimento pessoal também, não só nas regras existentes.
Mas uma vez vou tomar como exemplo o funcionalismo público para exemplificar: vocês acham mesmo que seria necessário tantas fases para votar uma nova lei: vereadores, deputados estaduais, deputados federais, senadores e presidente?
O maior gerente (presidente) está tão atrelado às regras que não consegue pôr ordem mesmo quando vê algo errado. Claro que esse caso existe muito mais que covardia envolvida.. rssss
A luz no fim do túnel
Vamos ser realistas: burocracia deve existir. Mas em que ponto ela é prejudicial ao invés de gerencial? Ao implantar um novo processo, acredito piamente que quanto mais automatizado seja ele menor a resistência de implantação do mesmo.Depois de automatizar o máximo possível, tente visualizar se é possível criar um processo em que as partes manuais sejam feitas de forma non-stop: começam e terminam. De uma vez. Sem ser intermitente (a cada hora, por exemplo). Dessa forma, o funcionário precisa somente ajeitar um horário em sua agenda para fazê-lo, e não vários. Claro, a automação das tarefas não é uma regra (lembrem-se: regras existem para definir uma diretriz, não um estilo de vida.. rsss) e não deve ser aplicada em alguns casos, como por exemplo, em processos que envolvam muita interação interpessoal. Procure aplicar automatização em tarefas que consomem tempo e desgastam tanto a clientes como a colaboradores.Quanto a questão da covardia gerencial, lembro que li certa vez o caso do Steve Jobs, que cria recursos que ELE "acha" que seriam "legais". O "achismo" do Jobs é baseado na sua experiência, no seu feeling e na sua capacidade inovativa e ele é capaz de apostar suas fichas na sua decisão, mesmo que não esteja no portfólio principal da empresa. Isso diferencia um ótimo gerente do bom gerente: o ótimo gerente cria caminhos, inova e motiva a equipe. O bom gerente simplesmente faz o que a organização quer e se mantém atrelado às regras.
E ai? Que tipo de gerente você quer ser?
Nem vou me referir ao péssimo gerente, que além de não ser inovador, é chucro e boçal.
Até o próximo post.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
O SILÊNCIO DOS BONS E A PROSPERIDADE TRIBUTÁRIA
Júlio César Zanluca
"O que me preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais me preocupa é o silêncio dos bons." (Martin Luther King)
Os brasileiros assistiram, nas últimas 2 décadas, a tomada de poder político por um grupo de pessoas que, em nome do assistencialismo social e da proteção a determinadas “classes subjugadas” (leia-se terroristas rurais e outras categorias de anarquistas), elevou a carga tributária de 20% para quase 40% do PIB. Estrangularam a liberdade econômica e impuseram uma impressionante tirania em nossa pátria. Os avanços na área da saúde, da educação e da cidadania foram tímidos, comparados ao avanço da tributação ocorrido neste período.
A altíssima carga tributária, a complexidade e o enorme custo relacionado ao cumprimento de normas fiscais enfraquecem o desempenho da economia brasileira. Comparado à China, Rússia e Índia, nosso crescimento econômico da última década tem sido modesto, impedindo uma maior ampliação da renda para a população trabalhadora.
Não bastasse a elevada carga fiscal, ainda estão em trâmite ou estudos 3 aumentos de tributos:
1. a CSS - Contribuição Social para a Saúde (que nada mais é que a antiga CPMF);
2. O “imposto sobre o livro” (1% sobre a venda de livros) e
3. Imposto de Renda sobre a poupança.
Governos costumam esbanjar nosso suado dinheiro, e para 2010 o orçamento do Governo Federal é incrivelmente pródigo em despesas, verbas e outras benesses para seus apadrinhados. Até quando permitiremos isto?
O país tem um grande problema, que precisa ser enfrentado por todos nós: um Estado gigantesco, ineficiente, e que interfere diariamente em nossas vidas, liberdades e decisões. Por exemplo, a elevada carga tributária que pesa sobre os negócios inviabiliza iniciar qualquer empreendimento sem antes fazer um estudo minucioso dos desembolsos fiscais, pois o ônus tributário (em torno de 40% do faturamento de uma empresa de nível médio) será, muito provavelmente, o maior custo que novos empreendedores se defrontarão ao longo da vida do empreendimento.
Cala-se o povo, entram em cena os engolidores desta nação. São políticos, banqueiros, elites empresariais corporativistas, terroristas rurais e outras castas que simplesmente sugam o esforço de milhões de trabalhadores e empreendedores. Até quando nós assistiremos impassíveis a esta situação?
É necessário reduzir de imediato as despesas do Estado. Atacar implacavelmente a corrupção. Reduzir o assistencialismo e incentivar o empreendedorismo. Reduzir tributos para todos, especialmente sobre o trabalho e produção (e não só para determinados setores poderosos, como fizeram recentemente). Impedir repasses para ONGs que promovem terrorismo e destroem propriedades. Eliminar incentivos fiscais para as grandes corporações (já são grandes, para que mais dinheiro para elas?). Proibir a criação de novos tributos. Impedir o uso de Medidas Provisórias pelo Executivo. Exigir reforma tributária abrangente, com redução do número de obrigações fiscais acessórias e número de tributos. Respeitar a Constituição, no que tange a liberdade econômica. Mobilizar a população para que saia do imobilismo e comodismo em relação à administração pública.
Cidadania não é só pagar impostos ou respeitar autoridades. É exigir que as liberdades sejam respeitadas. Proteste. Remeta este artigo para jornais, revistas, amigos e colegas de trabalho. Insira-o em blogs ou comentários. Se nós não fizermos algo, logo tomarão nossas casas e bens, nossos filhos, e até nossas mentes. O Brasil precisa de liberdade!
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
RPG não gera criminosos!!
RPG Inocente
Esse é um texto do Del Debbio muito explicativo. Você que joga RPG ou tem uma aversão à ele deve ler. O que a mídia não conta está aqui.
O RPG não influenciou NENHUM crime no Brasil
Carta aberta à mídia.
Peço a todos os jogadores de RPG que copiem este texto em seus blogs, sites, flogs, comunidades do orkut e onde mais puderem, pois não seremos mais usados como bodes expiatórios por delegados ineficazes, pastores evangélicos, vereadores oportunistas e jornalistas incompetentes.
O texto abaixo dá nome aos bois: às vítimas, aos assassinos e aos oportunistas que usaram os crimes para se promoverem. Chega de notícias distorcidas, incompletas e tendenciosas.
TERESÓPOLIS
Em 14 e 20 de Novembro de 2000, na cidade de Teresópolis (RJ), duas garotas de 14 (Iara dos Santos Silva) e 17 (Fernanda Venâncio Ramos) anos foram estupradas, torturadas e estranguladas com um intervalo de seis dias entre os crimes.
Sônia Ramos, 42, madrasta de Fernanda, a segunda vítima, levantou a suspeita de que as atrocidades pudessem estar ligadas ao jogo porque sua filha (a VÍTIMA, que NÃO jogava RPG) andava na companhia de outros garotos que jogavam GURPS e Vampiro (sua alegação se baseou no fato de que sua filha andava as voltas “com pessoas que se fantasiavam de vampiros”).
Inclusive a polícia chegou a prender injustamente um jogador de RPG, que não vou falar o nome porque o coitado era inocente e não merece ter seu nome publicado, mas que passou quatro dias na cadeia por causa deste absurdo.
O verdadeiro assassino das garotas foi preso após o 5o crime, depois da prisão do RPGista; era um cigano e NUNCA sequer passou perto de um livro de RPG.
A imprensa irresponsável, assim como no caso famoso da “Escolinha Base”, foi muito rápida em divulgar versões fantasiosas sobre o “jogo da morte”, mas NUNCA publicou uma linha sequer se desculpando com os 400.000 jogadores de RPG que foram ofendidos em sua moral e prejudicados diante da sociedade.
OURO PRETO
No dia 10 de outubro de 2001, Aline Silveira Soares viajou do Espírito Santo com sua prima e alguns colegas para Ouro Preto para participar da “Festa do Doze”, que é uma espécie de Carnaval fora de hora entre as faculdades da região, com R$40,00 e a roupa do corpo para passar três dias.
Segundo o laudo, Aline consumiu drogas durante o dia anterior ao de sua morte. Esta informação foi confirmada por diversas testemunhas que também participavam da festa, em Ouro Preto (testemunhas que foram solenemente ignoradas pelo delegado Adauto Corrêa após as investigações tomarem o rumo circence). Aline não tinha dinheiro e acreditou que conseguiria fugir do traficante sem pagar pela droga que consumiu, mas no dia de sua morte (14 de Outubro de 2001), foi abordada pelo criminoso no caminho de volta para a república onde estava hospedada (o cemitério fica exatamente no meio do trajeto entre o local da festa e a república). Testemunhas (que também foram ignoradas no inquérito oficial) disseram ter visto Aline conversar com um conhecido traficante da cidade na porta do cemitério algumas horas antes de sua morte.
De acordo com especialistas em crimes relacionados a drogas, Aline provavelmente teria se oferecido para ter relações sexuais com o traficante para pagar a dívida, pois as roupas da garota foram encontradas “cuidadosamente dobradas e dispostas ao lado do local do crime, sem nenhum indício de violência ou de coerção”. Aline tomou o cuidado de deixar suas sobre uma das lápides, dobradas com a jaqueta por baixo, para que não sujassem.
Ainda segundo o laudo oficial da perícia técnica, durante a primeira facada que Aline recebeu, o corpo estava na posição acocorada, popularmente conhecida como “de quatro”. Segundo especialistas em crimes de estupro, o traficante provavelmente teria tentado obrigar Aline a realizar sexo anal, que possivelmente foi rejeitado pela garota, resultando no primeiro golpe com a faca. O traficante, tendo ferido Aline seriamente, não viu alternativa a não ser terminar de matá-la. Para disfarçar, o assassino colocou o corpo de Aline em posição deitada sobre a lápide (pelas fotos da perícia e rastros de sangue, pode-se atestar que o corpo foi movido APÓS a sua morte) para tentar atrapalhar as investigações.
Quando o corpo foi encontrado, os policiais começaram as investigações pelos locais em que Aline se hospedou e em uma das repúblicas foram encontrados alguns livros de RPG, que o delegado, evangélico confesso, classificou como “material satanista”. A partir disto, um vereador oportunista chamado Bentinho Duarte (sem partido) viu nisso uma chance de se promover realizando terrorismo psicológico e, junto com o Promotor Fernando Martins (conhecido por ter tentado proibir a distribuições de jogos como Duke Nuken e Carmagedon), moveu ação contra as empresas Devir Livraria e Daemon editora tentando a proibição de 3 títulos (Vampiro: a Máscara, Gurps Illuminati e Demônios: a Divina Comédia).
Resumindo: um crime que não teve nada a ver com RPG, mas sim com DÍVIDA DE DROGAS resultou até agora na prisão de 4 garotos injustamente (que NÃO são jogadores de RPG, fato comprovado pela mãe da vítima em depoimento ao vivo na rede Bandeirantes de TV) e um completo show de aberrações e absurdos na mídia.
GUARAPARI
Polícia Civil do Espírito Santo prendeu, na noite de 12 de Maio de 2005, dois acusados pelo assassinato do aposentado Douglas Augusto Guedes, da mulher dele, a corretora de imóveis Heloísa Helena Andrade Guedes, e do filho do casal Tiago Guedes, em Guarapari. Os corpos dos três foram encontrados amarrados e deitados em camas no dia 5 de maio. Na mesma data, eles foram sepultados.
O delegado da Divisão de Homicídios de Guarapari, Alexandre Linconl, evangélico, disse ao Portal Terra que os assassinos MAYDERSON DE VARGAS MENDES, 21 anos, e RONALD RIBEIRO RODRIGUES, 22, confessaram que eles mataram a família motivados pelo jogo, mas essa “confissão” não ocorreu imediatamente após o crime.
O crime que Mayderson e Ronald cometeram é o de LATROCÍNIO QUALIFICADO E PREMEDITADO, ou seja, mataram para roubar de uma maneira cruel e sem dar chance de defesa às vítimas, com premeditação. Esse é um crime hediondo, sendo julgado e condenado diretamente por um juiz criminal. Ambos os acusados já tinham ficha criminal (ambos estão respondendo processo por Porte ilegal de Arma).
O que o advogado de defesa da dupla estava fazendo era alegar que eles cometeram o crime influenciado pelo jogo e, com essa ação, tentar reverter o crime para Homicídio Simples, baseado no tal jogo que ninguém sabe o que é. Com isso, os assassinos iriam para um júri popular, que poderia ser muito bem influenciado por todo esse novo circo que a mídia sensacionalista armou e, jogando a culpa em cima do RPG, poderia até inocentar os “pobres coitadinhos vítimas do jogo” Mayderson e Ronald…
O que tem de ficar bem claro é o seguinte: os criminosos entraram na casa, apontaram armas para Tiago e sua família, doparam a família sob a mira do revólver, levaram o garoto até o caixa eletrônico onde roubaram R$ 4.000,00 de sua poupança e depois executaram friamente a família com tiros na cabeça, para não serem reconhecidos. A história do “RPG” só apareceu dois dias depois que os assassinos foram capturados pela polícia, sob orientação do advogado de defesa da dupla.
É bom lembrar, já que a mídia “esqueceu”, que, graças à intervenção da Daemon Editora e da conversa de Marcelo Del Debbio, escritor especialista em Role Playing Games, com o delegado de Guarapari ao vivo em uma entrevista na Rede Bandeirantes de TV, o advogado de defesa da dupla abandonou o caso, deixando os dois criminosos sem advogado à espera de um defensor público.
Com estes textos, podemos começar a nos defender dos três falsos “crimes do RPG”. Já está na hora destas informações serem passadas para jornalistas sérios que queiram nos ajudar a fazer a verdade aparecer.
Fonte: http://artigodezenove.blogspot.com/
domingo, 13 de setembro de 2009
Novas
Publicando minha mais recente participação na vida virtual, agora faço parte da equipe do The Nerd Theory. O TNT é um site que publica notícias relacionadas as coisas nerds: games, cinema, tecnologia (que é a área que está sob minha responsabilidade), literatura, etc.
O endereço é http://www.thenerdtheory.com.br/
Até a próxima
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Gripe suína
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Texto memorável
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Fim do romantismo
domingo, 26 de julho de 2009
Ainda existem pessoas legais no mundo!
Bem, na madrugada do dia 26/07/2009, quatro amigos e eu estávamos voltando de um show em Pinheiros e, pra variar, não fazíamos a menor idéia de como voltar (ou melhor, tínhamos uma idéia mas era demorada e dolorida demais: andar muito!).
Enfim, andando pela Brigadeiro Faria Lima para procurar um ponto de ônibus para pegar o ônibus, encontramos uma mulher que se propôs a nos ajudar.
Acreditem, ou melhor, pasmem: ela retirou o celular na frente de 4 estranhos e ligou (!) para uma amiga às 5 da manhã para pedir informaçõesque poderiam nos ser úteis!
Simplesmente inacreditável!!! Depois dessa é possível recriar um pingo de esperança, pois ainda existem pessoas legais no mundo!
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Returning (again)
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...
E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se leva um certo tempo para construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem da vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa... Por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa aonde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.
Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.
Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar. Aprende que realmente é forte. Aprende que tem valor. E você aprende e aprende. Com cada adeus você aprende"
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Cold war!!!
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Crise internacional
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Mobilidade - Dádiva dos homens!!
Estou na primeira semana com meu novo brinquedinho, um Qtek 9090, e vou aproveitar para escrever um pouco sobre mobilidade.
Para mim não existe preço que pague o benefício de levar meus arquivos, trabalhos, projetos, etc., para todos os lugares. Essa dádiva que a cada dia evolui mais permite permanecer "in touch" o tempo todo, seja pelo celular, notebook, pda ou qualquer outro dispositivo móvel.
Para pessoas que não tem tanto tempo de parar em casa e usar o PC, dispositivos móveis são uma ótima opção, até porque o custo vem reduzindo drasticamente de uns tempos pra cá. Fora a facilidade de continuar um projeto em qualquer lugar, parar num cyber café, plugar o notebook e pôr a "mão na massa" naquele difícilimo projeto sem perder o fio da meada.
Sem contar a tecnologia desses brinquedinhos. Os dispositivos estão chegando na escala nanométrica e prometem ficar cada vez menores (porque será que todos do meio tecnológico tem síndrome minimalista?) e melhores.
Ah, não nos esqueçamos dos ramos de trabalho. Cada vez mais aumenta a procura para desenvolvimento de aplicações mobile, soluções de conectividade, etc.
As opções para estar conectado tornam bem interessante o uso de um dispositivo móvel. Opções como GPRS (não tão bom, mas quebra um galho) e EDGE permitem estar online o tempo todo e por um custo até razoável.
Bem, vou parar por aqui e pra vocês fica a dica: stay in touch and keep walking!!!
Até
terça-feira, 22 de julho de 2008
BPO - Até onde é possível?
BPO significa Business Process Outsourcing (algo como Terceirização de processos de negócio).
Pela tradução já começaram a aparecer inúmeros questionamentos e ressalvas da minha parte.
Imaginem vocês, donos de empresas, terceirizando processos críticos da sua empresa, como contas a receber, crm ou até mesmo produção? Não sei se sou antiquado demais mas venho de um tempo onde a empresa tinha que "rebolar" para administrar a si mesma.
Tá certo que se alguém sabe mais que você em algum setor, não custa nada pedir uma consultoriazinha para colocar o trem nos trilhos novamente mas entregar o processo inteiro para outro?
A área de TI já passou por outras fases de terceirização, como terceirização de hardware, datacenters, etc, e de processos menos críticos, como help desk e suporte (o nome Atento lembra alguma coisa?) mas a terceirização de processos críticos é quase como admitir que não se é capaz de tocar a própria empresa e de que outros façam aquilo que não conseguimos. Nesse caso, não seria melhor uma fusão?
Sei que é muito díficil às vezes implantar padrões internacionais, como ITIL, PMI, CMMI, etc, e que as contínuas tentativas costumam gerar frustrações irreparáveis e a desistência de adotar padrões de qualidade. Nisso sem dúvida o BPO ajuda, pois seu "parceiro" terá essas certificações e poderá prover um serviço com qualidade comprovada (imagino, claro). Mas existe o outro lado da história, onde o "parceiro" pode não trazer os resultados esperados e você pode ser obrigado a trazer o setor terceirizado para dentro de sua organização novamente. Nesse caso, o caos será completo, pois se não conseguia-se administrar antes, agora, totalmente desprevenido, será impossível.
Existem casos de sucesso utilizando essa nova prática, mas ainda apoio a capacidade organizacional de manter as coisas críticas coesas e bem planejadas, de forma a se ter o maior controle possível sobre elas.
Help desk é terceirizável, mas seu faturamento? Sei não...
E só para terminar, o BPO esbarra num fator totalmente inerente ao meio organizacional: PESSOAS!!! Se o controle de dados confidenciais dentro da empresa já é difícil, imagina com sua base de dados todinha na mão de um "estranho"?
Sempre existirão pessoas mal-intencionadas capazes de transformar uma idéia aparentemente inocente numa arma de destruição em massa.
Até a próxima
quinta-feira, 3 de abril de 2008
ClientDataSet: Heaven or hell?
Um componente capaz de manter em memória um "micro bd", com indices, ordenação, agrupamento, etc.
Mas, apesar dos pesares, não é perfeito. Já encontrei alguns empecilhos com esse cara e de vez em quando, quando lembrar de algum, posto aqui.
1 - Em caso de erro de um reconcile erro, ele engole a exceção e passa direto como se nada tivesse acontecido. :)
2 - Aggregate fields: nunca tente interpretá-los como AsFloat. Sempre da problema. Faça um cast StrToFloat e trate valores como '' para conseguir o que quer.
3 - Utilizando o commandtext do componente: você pode passar parâmetros no commandtext e depois dar um fetchparams para criá-lo. Mas, se você troca o commandtext, dê um clear nos params da query senão da m#r#a!!
Bem, num lembro mais de um... Quando aparecer eu posto
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Release management
Mas que diabo é isso?
Resumindo, é como você controla as versões (releases) do seu software.
Existem alguns métodos para isso. Por exemplo, lançamentos de betas e RCs (Release candidates) para o pessoal testar e quando tiver estável, lançar um versão final.
Outro jeito é lançar uma versão e depois SPs (Service Packs - eita Microsoft) ou updates para corrigir bugs.
Bem, seguem alguns links para os curiosos e um pdf.
http://en.wikipedia.org/wiki/Release_Management_method
http://en.wikipedia.org/wiki/Release_Management
http://www.becta.org.uk/tsas/docs/fits_release.pdf
segunda-feira, 31 de março de 2008
Dicas de delphi - Parte I
Fazendo download de arquivos:
Declare no uses a unit UrlMon.
procedure TForm5.Download(AFileSource, AFileDestiny: String);
begin
URLDownloadToFile(nil, PChar(AFileSource), PChar(AFileDestiny), 0, nil);
end;
Beleza, chame essa procedure passando a url do arquivo (AFileSource) e onde será salvo (AFileDestiny).
T+
sexta-feira, 28 de março de 2008
Ferramenta para atualização de banco de dados
Quando precisamos atualizar um banco de dados muito grande, passamos por um problema: tempo. Rodamos um update e esperamos uma vida pra obter resposta. Fora quando o banco não cai, ou tinha problema e corrompe, etc. Os ossos quebrados do ofício.
Mas será que é possível atualizar de poucos em poucos registros, aumentando assim a velocidade e diminuindo o perigo de inconsistência?
Há algum tempo atrás desenvolvi uma classe de pool de thread (p.s: thread é um processo do programa que roda em paralelo com ele. Pool de thread é um conjunto de threads) que permite que eu passe um procedimento e ela cria uma série de threads, dividindo a tarefa, e executando mais rápido.
Essa classe foi pensada pra ser utilizada com relatórios muito pesados, e faria o seguinte: numa das threads retorna os registros, por exemplo, de 1 a 100. Em outra thread, do 101 a 200. E assim por diante. No final, todos os registros seriam juntados na máquina do usuário e o relatório seria montado.
Acredite, é muito mais rápido para o banco executar pequenos selects ou updates do que um monstro de uma vez.
Mas queria algumas idéias, de como começar, ou se é útil. Além disso, outras aplicações para o pool de threads.
Não vou postar aqui o código, mas quem quiser, só me dá um toque que eu mando.
E se tiver alguma correção, ai é legal postar aqui.
Até
Até onde vão suas idéias?
Muitas vezes temos idéias que julgamos maravilhosas, que mudariam o mundo, mas que no fim das contas nunca saem do papel. Seja por falta de apoio, seja por boicote ou qualquer outro motivo, uma idéia que se posta em prática poderia trazer muitos benefícios acaba sufocada.
Mas, sinceramente, até onde você iria com sua idéia? Você teria coragem de aguentar as consequências que ela pode trazer?
Se a resposta para essa pergunta for não, então sua idéia não é tão maravilhosa assim. Mas, se não é, pode ficar!
Precisamos expressar aquelas idéias mirabolantes, porque as vezes você consegue adesão de algumas pessoas e as coisas ficam mais fáceis. Então, quando você percebe, o que era uma idéia passou a ser praticado por outras pessoas e está sendo cada vez mais aprimorada.
Até onde vão nossas idéias e até onde estamos dispostos a ir?
Às vezes, a solução para um problema horrível está nas nossas mãos e nem sabemos porque temos medo.
Até a próxima